Grand Prix de Vôlei: Campeão em "teste", Brasil fica mais forte para buscar inédito título mundial

Além de aumentar a hegemonia do Brasil no Grand Prix, a conquista do décimo título da competição anual, no domingo, no Japão, foi encarada pela seleção brasileira feminina como a sua aprovação em um grande teste para a disputa do seu grande objetivo neste ano, o Mundial, entre 23 de setembro e 12 de outubro, na Itália. A competição disputada a cada quatro anos é a única da elite que a equipe nacional feminina jamais venceu na história. Por isso, chegar embalada nas quadras italianas é um motivo para muita comemoração.

- Essa competição foi um grande teste para todos nós. Aprendi muito, principalmente com a Fabiana e a Sheilla, que me ajudaram em diversos momentos durante essas cinco semanas. O Grand Prix é muito desgastante. São muitas viagens, jogos e pressão todo o tempo. Tenho que agradecer ao grupo, mas principalmente as mais experientes que foram de uma dedicação e bom senso durante todo esse campeonato - comentou Zé Roberto.

Além de aumentar a hegemonia do Brasil no Grand Prix, a conquista do décimo título da competição anual, no domingo, no Japão, foi encarada pela seleção brasileira feminina como a sua aprovação em um grande teste para a disputa do seu grande objetivo neste ano, o Mundial, entre 23 de setembro e 12 de outubro, na Itália. A competição disputada a cada quatro anos é a única da elite que a equipe nacional feminina jamais venceu na história. Por isso, chegar embalada nas quadras italianas é um motivo para muita comemoração.

- Essa competição foi um grande teste para todos nós. Aprendi muito, principalmente com a Fabiana e a Sheilla, que me ajudaram em diversos momentos durante essas cinco semanas. O Grand Prix é muito desgastante. São muitas viagens, jogos e pressão todo o tempo. Tenho que agradecer ao grupo, mas principalmente as mais experientes que foram de uma dedicação e bom senso durante todo esse campeonato - comentou Zé Roberto.

Outro aspecto importante visto na conquista do Grand Prix foi ver a evolução do banco de reservas. Em quase todas as suas entrevistas ao longo da competição, Zé Roberto falou sobre o seu desejo de ver as atletas suplentes atuando no mesmo nível ou ainda melhor do que as titulares. E isso aconteceu em algumas partidas importantes, como no duelo contra a Turquia, pela primeira rodada da fase final. Apesar da derrota por 3 sets a 2, a ponteira Gabi, da oposta Tandara e da levantadora Fabíola tiveram excelentes atuações e foram fundamentais para que a a seleção somasse um ponto no revés. Foi justamente por conta desse ponto que o Brasil ficou à frente do Japão na classificação final e levantou o caneco.

A seleção brasileira retornará ao Brasil na madrugada desta terça-feira. Após o desembarque, as jogadoras e a comissão técnica viajam para Saquarema, onde retomarão os treinamentos e o regime de concentração para o Mundial da Itália.

Revista Novo Perfil online
Fonte: Globoesporte.com
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Postado por: Revista Novo Perfil

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